Com o mesmo processo que uso na supervisão clínica das equipes que atendo.
Nenhum protocolo resolve sozinho a complexidade da atuação no TEA.
A formação em fisioterapia cobre desenvolvimento motor típico. A atuação no TEA exige adaptar esse conhecimento a uma lógica diferente: a criança no espectro processa o ambiente, o movimento e as instruções de formas que exigem avaliação e planejamento específicos.
Sem estrutura para organizar o que se observa na avaliação, conectar esse dado ao plano terapêutico e justificar as decisões para a família e para a equipe, o profissional improvisa. Com ela, decide com critério.
Identificar o ponto de partida real da criança, não o esperado.
Conectar o dado da avaliação ao objetivo terapêutico com lógica de causa e efeito.
Estruturar uma intervenção que a família entende, a equipe valida e o prontuário sustenta.
A Resolução Normativa ANS 541/2022 ampliou a cobertura obrigatória de atendimento multiprofissional para pessoas com TEA. Na prática, isso aumenta a demanda por fisioterapeutas em equipes que precisam justificar intervenção com critério clínico, não com intuição. Quem tem método entra na equipe. Quem não tem, improvisa à margem dela.
Como o perfil motor da criança no espectro se diferencia do desenvolvimento típico e o que isso implica na avaliação e nos objetivos terapêuticos.
Como conduzir uma anamnese que fornece dados clínicos reais: o que perguntar para a família, como organizar as informações e o que descartar.
Aplicação prática dos instrumentos adequados para avaliação motora no TEA, com discussão dos dados e sua interpretação clínica.
Como transformar o dado da avaliação em hipótese clínica, e a hipótese em plano de intervenção com objetivos funcionais mensuráveis.
Critérios para escolher e adaptar atividades com base no perfil da criança, não no repertório do terapeuta.
Estrutura de um plano que a família compreende, a equipe multiprofissional valida e o prontuário sustenta juridicamente.
Como redigir relatórios que comunicam evolução com precisão para médicos, escolas e famílias, sem linguagem excessivamente técnica.
Como apresentar avaliações e progresso de forma que a família entenda o critério por trás de cada decisão terapêutica.
Como alinhar objetivos e linguagem com a equipe comportamental sem perder a especificidade da atuação fisioterapêutica.
O conteúdo combinado será entregue dentro do horário. Se o grupo pedir aprofundamento em algum ponto, podemos estender.
8 horas de supervisão clínica aplicada por menos do que uma consulta particular. O conteúdo que leva meses para organizar sozinho, entregue em um único dia.
Doutora e Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie, com pesquisa focada em habilidades motoras no TEA. Graduada em Fisioterapia, Educação Física e Pedagogia. O processo que você pratica na imersão é o mesmo que Carol usa para supervisionar equipes em clínicas de fisioterapia pediátrica — não foi criado para o curso, vem da prática clínica semanal.
Participe da imersão. Se ao final do evento você concluir que o conteúdo não se aplica ao seu momento clínico, solicite o reembolso integral em até 2 dias após a realização.
Para acionar: envie e-mail para
contato@dracarolinaquedas.com.br
com o assunto "Reembolso Imersão".
Devolvemos o valor integralmente, sem questionamento.
De R$ 200,00 por R$ 59,00
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